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  • 01/02/2018
  • 18:00
  • Atualização: 18:28

Acusações contra Jim Carrey em processo pela morte de ex-namorada são retiradas

Caso foi arquivado em 25 de janeiro e ator não será julgado

Ator era acusado de ter fornecido opiáceos usados por Cathriona White para cometer suicídio | Foto: Jason Merrit / AFP / CP

Ator era acusado de ter fornecido opiáceos usados por Cathriona White para cometer suicídio | Foto: Jason Merrit / AFP / CP

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  • Correio do Povo

Jim Carrey não será julgado no processo sobre a morte de sua ex-namorada, Cathriona White, em 2015, porque as acusações foram retiradas e o caso arquivado. O marido e a mãe da mulher afirmavam que o ator de 56 anos fornecera medicamentos, com um nome falso, auxiliando-a assim a cometer suicídio. De acordo com a ação, apresentada na Corte Superior de Los Angeles em setebro de 2016, o comediante "usou sua imensa riqueza e fama" para obter opiáceos.

Um representante confirmou nesta quinta ao Hollywood Reporter que o arquivamento ocorreu em 25 de janeiro. A decisão se deu porque o advogado de Carrey, Raymond Boucher, pediu para que o tribunal apresentasse os resultados de exames de Cathriona, que afirmava ter sido infectada com uma doença sexualmente transmissível pelo ator. Boucher comparou os documentos do tribunal com alguns testes dela em 2011, e concluiu que os documentos apresentados por ela eram falsificados.

O processo afimava que Carrey estava obcecado por controlar e manipular a mulher, de 30 anos, com quem tinha uma relação irregular desde 2012, e que ele podia controlá-la através de câmeras de vigilância que ficavam em uma casa de Los Angeles onde Cathriona permanecia em algumas ocasiões. O ator e seu assistente supostamente teriam consciência de que ela não havia saído de casa por mais de um dia em setembro de 2015, quando morreu, e nada fizeram.


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