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Porto Alegre, terça-feira, 17 de Outubro de 2017

  • 11/03/2017
  • 10:15
  • Atualização: 10:19

Uma noite de música para matar a saudade de Elis

Apresentação que comemora os 72 anos da cantora acontecerá no dia 17 de março, em Porto Alegre

Camila Lopez e a banda O Arrastão fazem apresentação com duas sessões na próxima sexta-feira | Foto: Isaías Matos / Divulgação / CP

Camila Lopez e a banda O Arrastão fazem apresentação com duas sessões na próxima sexta-feira | Foto: Isaías Matos / Divulgação / CP

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  • Vera Pinto

Uma grande homenagem a uma das maiores vozes femininas do Brasil, senão a maior, com um certo ar de nostalgia é o mote do Tributo Elis Regina que a cantora Camila Lopez e a banda O Arrastão irão promover, quando Elis Regina completaria 72 anos.

Após cinco meses de imersão em ensaios e pesquisas sobre a obra da saudosa ‘Pimentinha’, como era chamada carinhosamente, por seu temperamento forte, os músicos resolveram realizar um ensaio aberto do projeto, com estreia prevista para abril. O show ocorre no dia 17 de março, às 21h, no Estúdio Gaia (Lopo Gonçalves, 189), e devido à procura nas redes sociais, ganhou sessão extra, às 22h30min.

A ideia é proporcionar à plateia uma grande viagem no tempo através dos clássicos e também do lado B da cantora no repertório que inclui ícones como “Como Nossos Pais”, “Arrastão”, “Upa e Neguinho!”, passando por cada fase da cantora, desde sua primeira apresentação na televisão até suas últimas gravações. E ainda todas as músicas que trazem à tona o sentimento pelo Brasil, em virtude do momento de turbulência que estamos passando em todo país.

“Cantar Elis é uma forma de resgatar um sentimento pelo Brasil. Também sinto uma profunda saudade de algo que eu não vivi, mas que ela trazia à tona nas músicas, esse amor pelo país. E eu não consigo me imaginar cantando outra coisa senão o Brasil. O Brasil que precisa ser olhado com amor”, ressalta a cantora de 27 anos.

Ela subirá ao palco acompanhada de Alexandre Alles (teclado), Gabriel Sacks (bateria), Mateus Albornoz (baixo), Matheus Herrmann (guitarra) e Rafael Pavão (percussão), recriando a formação clássica do grupo que acompanhou Elis na década de 70 e que fez história com as apresentações no aclamado Festival de Montreaux, na Suíça, em 1979. Eles recriarão o melhor que Elia fez pelo Brasil: música para ouvir, sentir e pensar.