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  • 01/12/2017
  • 08:31
  • Atualização: 08:35

Com luxo e lendas, Fifa sorteia grupos da Copa do Mundo hoje

Evento está marcado para ocorrer a partir das 13h

Com luxo e lendas, Fifa sorteia grupos da Copa do Mundo hoje  | Foto: Mladen Antonov / AFP / CP

Com luxo e lendas, Fifa sorteia grupos da Copa do Mundo hoje | Foto: Mladen Antonov / AFP / CP

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  • Correio do Povo

O pontapé inicial da Copa do Mundo do próximo ano será o sorteio das chaves, nesta sexta-feira, às 13h (de Brasília), no suntuoso Palácio do Kremlin, em Moscou. Com Pelé e Maradona na mesma sala, a Fifa quer transformar o sorteio dos grupos do Mundial em uma demonstração de que superou as suas crises e divisões e ainda pretende abafar a proliferação de denúncias de corrupção vindas dos tribunais de Nova Iorque. Para isso, contará com a ajuda de Vladimir Putin, presidente da Rússia.

A Copa de 2018 terá oito grupos com quatro países em cada. Para cada chave só podem ser sorteados no máximo, dois países europeus e apenas um país de cada uma das confederações restantes. Os 32 países foram distribuídos em quatro potes com oito seleções em cada. À Rússia, como país-sede, se juntam os sete melhores do ranking de outubro no pote 1, o dos cabeças de chave. Nesse pote, há uma bolinha de cor vermelha e outras sete de outra cor. A bola vermelha será a primeira a ser sorteada e nela tem o nome da Rússia, que vai ser a cabeça de chave do grupo A. Após, as outras sete bolas vão sendo sorteadas, formando os cabeças de chave dos grupos B, C, D, E, F, G e H. Sempre nessa ordem. No pote 2, tem algumas restrições: Brasil e Argentina não podem receber em seus grupos Uruguai, Peru ou Colômbia. Com isto, só restam cinco alternativas: México, Espanha, Inglaterra, Suíça e Croácia.

Se é o sorteio que determinará os rumos de cada seleção, os organizadores tomaram todas as medidas para garantir que o evento seja uma demonstração de poder, tanto da Fifa quanto da Rússia. Para isso, o suíço Gianni Infantino, presidente da Fifa, fez questão de levar até Moscou algumas das maiores lendas, justamente para mostrar ao planeta que o futebol havia sido retomado, depois de anos de cartolagem. Como um símbolo de união, a Fifa reuniu os dois melhores jogadores da história: Pelé e Maradona. Rivais históricos, sua união será usada como um sinal de que a “família do futebol” colocou um fim a suas divisões. A entidade também estima que terminará o ano com sua meta de arrecadação alcançada, com receita de US$ 5,6 bilhões (R$ 18,3 bi). O volume é recorde, mas representa um crescimento em comparação ao resultado de 2014.