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  • 22/09/2017
  • 08:36
  • Atualização: 08:41

Recesso da Libertadores vira aliado do Grêmio

Time usará mês afastado da competição para recuperar melhor desempenho

Recesso da Libertadores vira aliado do Grêmio  | Foto: Lucas Uebel / Grêmio / Divulgação / CP

Recesso da Libertadores vira aliado do Grêmio | Foto: Lucas Uebel / Grêmio / Divulgação / CP

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  • Rafael Peruzzo

Se anteriormente o Grêmio lamentou o fato de ter um longo espaço de tempo entre as oitavas e quartas de final da Libertadores por estar jogando um futebol vistoso e convincente, agora o pensamento é diferente. Com o primeiro duelo da semifinal marcado para o final de outubro, o clube comemora a distância entre as datas. A classificação diante do Botafogo veio no sufoco. E os 30 dias até o confronto com o Barcelona, do Equador, servirão como aliados na busca pela retomada de um desempenho melhor e na recuperação de jogadores importantes, como Luan e Geromel.

Além disso, serão seis jogos pelo Campeonato Brasileiro antes do enfrentamento com os equatorianos. “Tem muito tempo até lá (jogo com o Barcelona). Será um mês de jogos e treinamentos. Estamos recebendo os reforços do Luan e do Geromel, quem sabe o Douglas possa retornar. Mas também não sabemos se teremos perdas, o ideal é termos todo o grupo à disposição”, diz o volante Ramiro.

Renato Portaluppi certamente vai aproveitar a pausa na Libertadores para encontrar um substituto definitivo para Pedro Rocha. Com o retorno de Luan, Everton e Fernandinho devem brigar pela vaga. O Grêmio vai usufruir do regulamento para realizar as três trocas na lista de inscritos da competição sul-americana. Bolaños, Pedro Rocha e Lincoln, que não estão mais no grupo, serão substituídos por Patrick, Cristian e Jael.

Dificilmente a direção vai trazer algum reforço nesta altura da temporada, mesmo que faltem apenas quatro jogos para a conquista do tão sonhado tricampeonato da América. O rendimento do time no primeiro tempo contra o Botafogo não deixou de ser preocupante, mas o técnico Renato Portaluppi e os jogadores destacaram a vitória com “cara” de Libertadores.

“Muitas vezes no mata-mata não é tão importante jogar bem, e sim vencer. Acho que na Libertadores, se for pensar, a gente não jogou bonito em nenhuma partida. É um jogo disputado, diferente do Brasileiro, tem um ar especial. A gente não fez excelentes jogos, mas construímos os resultados e é assim que vamos até o final”, concluiu Ramiro.