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Porto Alegre, sábado, 18 de Novembro de 2017

  • 12/11/2017
  • 17:49
  • Atualização: 17:52

D'Alessandro afirma que Inter precisa ser forte mentalmente contra Oeste

Meia analisa que há pouco tempo pouco para aprimorar técnica no jogo que deve valer acesso

Meia analisa que há pouco tempo pouco para aprimorar técnica no jogo que deve valer acesso | Foto: Ricardo Duarte / Inter / CP

Meia analisa que há pouco tempo pouco para aprimorar técnica no jogo que deve valer acesso | Foto: Ricardo Duarte / Inter / CP

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  • Correio do Povo e Rádio Guaíba

Na mesma entrevista em que lamentou a demissão de Guto Ferreira do cargo de técnico do Inter, salientando que os jogadores têm a maior parte de culpa na queda de rendimento do Inter nos últimos jogos, o meia D'Alessandro enfatizou que pouco ou nada há o que fazer com relação à parte técnica para o jogo contra o Oeste, na terça-feira. A questão é psicológica.

“Não tem muito tempo para trabalhar e sim o (quesito) mental. Saber o que precisamos fazer terça, de resultado para o acesso. Não jogar pelo empate, mas ser inteligente”, explicou. Em caso de empate, o Inter já assegura o retorno para a Série A de forma antecipada. O rival de terça está na quinta colocação, com 57 pontos, a dois do G4.

“Hoje não dá para lamentar e sim trabalhar o mental para levantar a cabeça e chegar terça, em Barueri, fazer um grande jogo, conseguir o acesso e que o torcedor fique tranquilo”, acrescentou o argentino, que destacou as qualidades do interino Odair Helmann: “É um cara que trabalha com a gente há muito tempo, que o grupo gosta”.

Cerca de duas semanas após ter batido boca com torcedores, D'Alessandro elogiou a torcida presente no estádio contra o Vila Nova. “O torcedor lotou o Beira-Rio, apoiou, não vaiou durante os 90 minutos e se manifestou de forma correta no final”, ressaltou. Para ele, “o torcedor merece” a classificação à Série A.

A demora no acesso é algo que incomoda o grupo, reconheceu D'Alessandro. “A gente liderando quase 14 rodadas, de repente tendo o título na mão e deixando passar várias oportunidades. A gente fica muito chateado”, afirmou, vendo como “importante” a queda de rendimento nas últimas rodadas. “Existe uma pressão, que é normal, por subir. E que, com total humildade, achamos que iríamos decidir antes. Mas isso está se prolongando demais. Queremos que acabe o quanto antes.”

No entanto, o meia garantiu que esforço não falta no grupo: “Muitos jogadores fizeram coisas pelo time este ano e só a gente sabe”, disse, sem citar exemplos. “Não tem ninguém mais do que a gente que quer acabar isso logo.”


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