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Porto Alegre, quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

  • 06/12/2017
  • 12:39
  • Atualização: 14:01

Apesar de recuo, cesta básica de Porto Alegre segue a mais cara do País

Oscilação se deu devido à queda nos preços de produtos in natura, como banana e tomate

Oscilação se deu devido à queda nos preços de produtos in natura, como a banana | Foto: Guilherme Testa

Oscilação se deu devido à queda nos preços de produtos in natura, como a banana | Foto: Guilherme Testa

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  • Mauren Xavier

A cesta básica de Porto Alegre registrou queda em novembro de 0,61%. Assim, o valor caiu de R$ 446,87 para R$ 444,16. Mesmo assim, segue como a mais cara do País, sendo seguida por São Paulo e Florianópolis, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Já as mais baratas são as de Salvador, João Pessoa e Recife.

A oscilação foi provocada pela queda nos preços dos produtos in natura banana (-5,28%) e o tomate (-2,65%). A carne também teve leve redução de -0,55%, porém, tem maior representatividade por ser o produto de maior peso na cesta. Ao todo, dos 13 itens, cinco tiveram queda, além dos já citados, houve uma redução nos preços do café e do açúcar. Por outro lado, outros sete tiveram aumento, sendo os com maiores reajustes: a batata (12,69%), o óleo de soja (2,28%) e a farinha de trigo (0.79%).

No acumulado do ano, a redução foi de -3,24%, e, levando em consideração o período de 12 meses, a retração foi de 5,30%. Nos últimos 12 meses, os produtos que tiveram maiores reduções foram: feijão (-32,38%); banana (-24,18%); e a batata (-22,07%). Por outro lado, acumularam as maiores altas, a manteiga (15,86%); café (12,86%) e tomate (9,78%).

Já o salário mínimo projetado pelo Dieese, que faz a pesquisa, deveria ser de R$ 3.731,39, que representa quase quatro vezes o valor atual vigente de R$ 937. No âmbito nacional, a cesta básica apresentou queda em 17 das 21 cidades pesquisadas. Tiveram as maiores retrações as das cidades de Rio de Janeiro (-3,25%), Belém (-2,26%) e Brasília (-2,12%).