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Porto Alegre, domingo, 19 de Novembro de 2017

  • 11/03/2017
  • 18:02
  • Atualização: 18:34

Professores do ensino superior privado querem reajuste de 7%

Categoria aprovou a pauta de reivindicações para 2017

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  • Claudio Isaías

Os professores do ensino superior privado aprovaram durante assembleia realizada no sábado a pauta de reivindicações para 2017. Os docentes participaram do encontro na sede do Sinpro/RS, em Porto Alegre, que concluiu as 47 assembleias regionalizadas realizadas em 26 cidades do Rio Grande do Sul.

As atividades feitas de 1º a 11 de março reuniram mais de 400 professores. Os docentes decidiram batalhar por um reajuste salarial de 7,5%, reajuste do piso salarial para R$ 35 hora/aula e a indisponibilidade dos professores no recesso de julho. Também foi aprovado a proposta de um período de férias anuais em janeiro e meados de fevereiro, a garantia de autonomia dos professores, a limitação de alunos por turma e a regulamentação e remuneração de todas as atividades docentes. Os docentes do Ensino Superior aprovaram também o aumento na participação do empregador no custeio de plano de saúde, a isenção no pagamento do estacionamento e a garantia do desconto nos cursos de Mestrado e Doutorado. As propostas aprovadas na assembleia serão entregues ao longo desta semana a direção do Sindicato do Ensino Privado ( Sinepe).

Os professores também aprovaram a posição contrária aos projetos de reforma da Previdência e terceirização da atividade-fim, em tramitação no Congresso Nacional e referendou o manifesto ao Ensino Privado e suas entidades pedindo seu posicionamento contrário à reforma da Previdência. Os docentes deliberaram ainda pela participação no Dia Nacional de Luta, marcado para o dia 15 de março, contra a reforma da Previdência. A proposta é que nas instituições de ensino privadas os professores façam uma vigília que consiste na discussão dos prejuízos da reforma da Previdência e uso de materiais que evidenciem a oposição da categoria ao projeto, que terá graves consequências na aposentadoria dos professores. O Sinpro/RS fornecerá o material necessário para as ações e atividades do Dia Nacional de Luta.