Correio do Povo | Notícias | Adolescente suspeito de morte de gaúcha em SC se entrega à polícia

Porto Alegre

21ºC

Ver a previsão completa

Porto Alegre, sexta-feira, 20 de Janeiro de 2017

  • 10/01/2017
  • 00:44
  • Atualização: 07:48

Adolescente suspeito de morte de gaúcha em SC se entrega à polícia

Daniela Scotto Alves foi baleada no dia 1º de janeiro em comunidade de Florianópolis

Adolescente suspeito de morte de gaúcha em SC se entrega à polícia | Foto: Arquivo pessoal / Reprodução / CP

Adolescente suspeito de morte de gaúcha em SC se entrega à polícia | Foto: Arquivo pessoal / Reprodução / CP

  • Comentários
  • Rádio Guaíba

O adolescente suspeito de matar, em 1º de janeiro, a turista gaúcha Daniela Scotto de Oliveira Alves, em Florianópolis, se entregou à polícia. Ele foi apresentado pelo advogado de defesa, na noite dessa segunda-feira, na Central de Plantão de Polícia do Norte da Ilha. Com antecedentes por tráfico de drogas, receptação, desacato e porte de arma, o menor, de 17 anos, já tinha mandado de apreensão decretado.

A polícia vinha distribuindo um panfleto com um número de celular para os moradores da comunidade de Papaquara, na Vargem Grande, onde ocorreu o crime, com o objetivo de receber mais informações sobre o paradeiro do adolescente. A professora de ioga, de 38 anos, que residia em Porto Alegre, depois que o carro da família entrou por engano no local, dominado pelo tráfico de drogas. O comandante do 21º BPM, tenente-coronel Sinval Santos da Silveira, disse que ainda mantém o policiamento reforçado em Papaquara.

O mandado de busca e apreensão do adolescente infrator foi concedido pela juíza Alexandra Lorenzi da Silva. Ao analisar o crime, ela ressaltou que o homicídio da professora gaúcha gerou uma “grande comoção social, diante da violência extrema, maculando a ordem e paz social de Florianópolis, uma cidade turística.”

Daniela viajou com o marido, Felipe, para passar o Réveillon na casa de familiares. Eles comemoraram a virada do ano no bairro Vargem Grande e seguiam rumo ao bairro Estreito, no Continente, com um sobrinho e os pais de Felipe. O homem, que dirigia o carro, acionou um aplicativo de GPS e, por engano, entrou na Servidão Braulina Machado, reduto da facção criminosa PGC (Primeiro Grupo Catarinense). Ali, o carro foi alvejado. Um tiro atingiu a cabeça da professora.