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  • 17/02/2017
  • 10:39
  • Atualização: 17:44

Principal hipótese é de que rainha de bateria foi vítima de latrocínio, diz delegado

Homem descalço foi visto fugindo do local do crime com arma em punho

Morte de rainha de bateria pode ser latrocínio, diz delegado  | Foto: Arquivo Pessoal / Facebook / Reprodução / CP

Morte de rainha de bateria pode ser latrocínio, diz delegado | Foto: Arquivo Pessoal / Facebook / Reprodução / CP

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  • Correio do Povo

A morte da rainha de bateria da escola de samba Imperatriz Dona Leopoldina, campeã da última edição do Carnaval de Porto Alegre, é investigada pela 2ª Delegacia de Polícia Civil (DP) de Cachoeirinha. O titular da DP, delegado Nilton Martins de Souza, afirmou nesta sexta-feira que trabalha inicialmente com a hipótese de latrocínio, mas não descarta outras possibilidades. Ele ainda disse que um homem com pés descalços foi visto correndo com arma em punho logo depois do assassinato na rua Obedy Cândido Vieira. 

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"Não estamos fechados em apenas uma hipótese. A princípio estamos trabalhando com latrocínio (roubo seguido de morte), embora nada tenha sido levado. Ela foi encontrada caída e estaria mexendo no celular no momento do crime. Os documentos estavam com ela. Estamos colhendo todo tipo de prova que pode mudar o rumo das investigações", explicou Souza em entrevista ao Correio do Povo.  

O delegado relatou ainda que no momento do assassinato Paola aguardava a filha de seis anos, que tinha aula particulares em um condomínio localizado na rua. Testemunhas relataram a Nilton Souza que um homem foi visto correndo de pés descalços e com uma arma pouco depois do crime. "A filha dela estava tendo aula de reforço. Conversamos com pessoas que viram e sabemos desse homem, que entrou num carro, ainda não identificado, e fugiu. Ainda não sabemos quantos tiros foram disparados e por isso vamos esperar o parecer do legista", acrescentou.  

Câmeras podem ajudar na elucidação do caso 

Conforme o delegado Nilton Souza, câmeras de monitoramento do condomínio onde a filha de Paola estudava e da prefeitura de Cachoeirinha devem ser usadas na procura pelo suspeito. "Vamos verificar essas imagens, mas não sabemos se elas vão servir para a nossa investigação", completou. 

O titular da 2ª DP de Cachoeirinha disse ainda que vai ouvir mais testemunhas sobre o caso e que espera o resultado da perícia para continuar com as investigações.