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Porto Alegre, quarta-feira, 26 de Julho de 2017

  • 20/03/2017
  • 08:30
  • Atualização: 10:40

Agricultura exonera superintendentes do Paraná e Goiás envolvidos na Carne Fraca

Operação investiga pagamento de propina por frigoríficos a fiscais públicos

Ambos são investigados na Operação por pagamento de propina por frigoríficos a fiscais públicos | Foto: Alina Souza / CP Memória

Ambos são investigados na Operação por pagamento de propina por frigoríficos a fiscais públicos | Foto: Alina Souza / CP Memória

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  • AE

O Ministério da Agricultura exonerou Gil Bueno de Magalhães e Júlio César Carneiro dos cargos de superintendente federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento que ocupavam nos Estados do Paraná e de Goiás, respectivamente. Eles são acusados de participar do esquema criminoso descoberto pela Operação Carne Fraca da Polícia Federal, que investiga o pagamento de propina por frigoríficos a fiscais públicos para obtenção irregular de licenças sanitárias.

Leia mais sobre a Operação Carne Fraca

As portarias de exoneração estão publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira, e foram assinadas pelo secretário executivo do Ministério da Agricultura, Eumar Novacki, ainda na última sexta-feira, quando a operação foi deflagrada.

Também vieram publicadas no Diário Oficial desta segunda outras nove portarias com a dispensa de servidores que exerciam funções gratificadas no âmbito do Ministério da Agricultura no Paraná, Goiás e Minas Gerais, todos supostamente envolvidos nas irregularidades investigadas. Na sexta-feira, Novacki anunciou a destituição de 33 servidores citados na operação. A dispensa do restante dos servidores deve ser formalizada nos próximos dias.